Vontade de ter sua própria marca de roupas? Veja como conseguir!

Investir em uma marca própria de roupas alia todos os pontos de atenção de empreender com o prazer de criar algo que terá a sua assinatura.

É um desafio que reserva muitas e boas surpresas, mas também uma série de cuidados para ser bem sucedida. Certamente esses cuidados valem a pena, porque o resultado é gratificante!

Vantagens de ter a própria marca de roupas

  • Ter uma margem de lucro maior, já que você terá controle sobre os custos de todos os insumos necessários e não apenas revenderá um produto que chegou na sua vitrine com um preço, deixando pouco espaço para dar desconto, vender e ter lucro.
  • Ter um preço melhor à medida que você consegue fornecedores melhores, usar materiais de custo menor, melhorar os custos da produção.
  • Futuramente, você poderá ser a fonte para comerciantes revenderem as suas roupas!

Se você tem vontade de ter sua própria marca de roupas, veja como conseguir.

Sua própria marca de roupas: comece pelo Plano de Negócios

Não tem mistério ou atalho: todo negócio de sucesso comece por um bom e completo Plano de Negócios. É neste documento, o primeiro e mais importante, que você vai definir tudo que é preciso para a empreitada. Alguns pontos principais são:

  • O vestuário que você vai produzir – beach wear, surf wear, infantil, moda plus size, entre outros.
  • O público-alvo? Qual o potencial (tamanho a explorar)?
  • Precificação – avaliar seus preços em relação à concorrência.
  • Itens e valores de investimento inicial.
  • Despesas de abertura da empresa.
  • Receitas e despesas mensais estimadas, o lucro esperado e o tempo de retorno do investimento.

Com o Plano de Negócios, você poderá avaliar todos os aspectos, desde a decisão de abrir a marca própria de roupas até o dia a dia.

Qual vestuário você vai produzir?

Sem dúvidas, o primeiro critério para decidir deve ser a sua afinidade com o produto. De nada adianta o mercado surf wear estar em alta se você não gosta nem dos programas de surfe no canal Off.

Não se culpe, nenhuma moda é unanimidade, mas você deve se ver defendendo seus produtos com paixão e convicção – duas grandes advogadas para conquistar clientes.

E duas dicas especiais:

  • Não escolha um segmento porque sempre vende bem: não gostar do que faz pode fazer até barraquinha de água no deserto fracassar!
  • Evite vários segmentos. Assim a gestão poderá se concentrar num público-alvo específico, otimizando tempo, pessoal e recursos.

Qual o conceito da sua marca?

A marca não apenas um logotipo bonito, um nome impactante, site e uma loja com decoração e cores que remetam aos produtos. Ela deve refletir valores, memórias afetivas, histórias que tenham a ver com os produtos, criando um clima que envolverá o cliente positivamente.

Se você vai investir em surf wear, não basta uma loja no clima; você precisa estudar a linguagem, o timing deste público, o que eles gostam de ouvir, o que eles gostam de ler no seu blog e que ele sinta verdade na sua marca.

E assim sua marca vai agregando conceitos ao longo do tempo, ela é dinâmica, é atual ou conservadora, é sustentável, é clássica ou rústica e assim por diante.

Fabricação própria ou terceirizar?

Não há uma resposta fechada, vai depender de muitos fatores.

A capacidade financeira é o principal deles; montar uma confecção exige um investimento alto e conseguir o valor pode demorar muito, perdendo o timing de lançamento dos seus produtos.

Por outro lado, terceirizar exige muitos cuidados:

  • Você perde o controle total do processo.
  • Precisa ter segurança jurídica com um contrato para exigir prazos e qualidade e proteção contra o uso dos seus produtos sem autorização.
  • A distância da sua loja pode pesar nas entregas e no custo de frete.

De uma forma geral, terceirizar no início ajuda a colocar os produtos mais rapidamente no mercado. E após um tempo, com o sucesso das vendas, você pode investir em uma fábrica e colocar tudo em casa – fabricar, estocar e vender.

E enquanto não tiver o valor para investir em mãos, você pode se planejar com as opções de captação de recursos, por exemplo fazer um consórcio contemplado.

 

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